sábado, 15 de janeiro de 2011

METROPOLIS é Incontestável

obra-prima, s. f.
1. Obra primorosa, perfeita, das primeiras no seu género.
2. A melhor obra de um autor.

Continuam os destaques especiais aos títulos
mais vezes citados pelos convidados da iniciativa.

Metropolis é uma Obra-Prima Incontestável.Subscrevem:
Ricardo Vieira (do blogue 35mm)
Pedro Ponte (do blogue Ante-Cinema)
Nuno Reis (do blogue Antestreia)

Quem subscreve? Quem contesta?

11 comentários:

  1. Subscrevo e foi um dos que considerei.

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  2. Acho que este nunca ninguém contestaria. E agora surge alguém a dizer que é o pior filme de sempre. Nah, estou a brincar.

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  3. Mais do que incontestável. Incontestável ao cubo.
    É engraçado, porque eu incluí na minha lista o filme que mais influenciou o Metrópolis. hehe.

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  4. Continua a ser um filme que me fascina, e ainda não o vi...

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  5. Por acaso foi um dos filmes que pensei em colocar na minha lista, mas agora que vi M, ainda bem que o não fiz, porque M é muito melhor que Metropolis.

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  6. Pois se até o próprio Lang o contestou...
    Ver desenvolvimento AQUI

    O Rato Cinéfilo

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  7. Rato: Mas o próprio autor será o primeiro a não considerar a sua obra uma obra-prima e o primeiro a contestá-la, acho eu, salvo casos de narcisismo.

    Mas neste caso há as questões que colocas no texto. Bom texto já agora. Já sabia de uma forma geral o que lá dizes. E é evidente que o Lang tem razão, é uma visão fácil e utópica a do final, mas um filme pode ser um conto de fadas, o cinema é sonhar também. Se fosse uma tese politica o Metropolis seria fraco, mas é um filme.

    Como peça cinematográfica o filme tem muito valor ninguém questiona isso, é um portento a nível visual que na altura em que estreou deve ter deixado todos de boca aberta. A nivel de argumento não é tão grandioso, termina de uma forma fantasiosa e fácil, mas o que poderá ser problemático são as outras questões que realças no texto, ainda assim não creio que o Lang partilhasse os ideais de lixo do nazismo e provavelmente foi a divergêncial politica a causa do seu divórcio.

    na altura em que ele fez o filme o próprio admitiu não estar muito interessado na temática politica.


    É curioso que uma das grandes obras-primas da literatura, o Crime e Castigo, também susciptou dfiscussão em relação ao final. Ainda assim não tem nada a ver com esta situação do Metropolis, lembrei-me apenas porque mesmo quem não gosta do final não questiona a mestria do livro.

    Mas um fim pode arruinar ou salvar uma obra.

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