quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

MOULIN ROUGE! (2001)

PONTUAÇÃO: EXCELENTE
★★★★★
Título Original: Moulin Rouge!
Realização: Baz Luhrmann

Principais Actores: Nicole Kidman, Ewan McGregor, John Leguizamo, Jim Broadbent, Richard Roxburgh, Garry McDonald, Jacek Koman, Matthew Whittet, Kerry Walker, Caroline O'Connor, Christine Anu, David Wenham, Kylie Minogue, Ozzy Osbourne, Deobia Oparei

Crítica:

AMOR EM VERMELHO

Come what may, I will love you until my dying day.

O burburinho da plateia. O maestro. As enormes e imponentes cortinas vermelhas, debruadas a ouro. O sinal, o primeiro som - o pano sobe.

Paris, 1900. Surge o postal ilustrado, a preto e branco ou criteriosamente tratado a cores, num esplendor absoluto (Donald McAlpine, num trabalho deslumbrante). Nele, uma cidade boémia, repleta de bêbedos e de prostitutas, de vagabundos e de libertinos, de pintores e de escritores e de... idealistas. The Children of Revolution. A bandeira: Liberdade, Beleza, Verdade e, sobre todas as coisas, o Amor. Love is a many splendored thing. Love lifts us up where we belong. All you need is love! O Amor... a avassaladora paixão que é capaz de enfrentar tudo e todos. Uma certeza - não é fácil fazer mais um filme sobre o Amor. Milhares de filmes trataram o sentimento, banalizando-o completamente. Moulin Rouge!, um filme sobre o Amor? Lamechas, acusá-lo-ão sempre, todos aqueles que não toleram a insaciável fonte dos românticos. Always this ridiculous obsession with love!, gritarão ferozmente, que nem o pai de Christian. A obra de Baz Luhrmann tem a resposta para todos eles: não importa que se conte mais uma história de Amor, ainda para mais bigger than life, como é o caso. O que importa é cantar o Amor e cantá-lo para sempre, uma e outra e outra vez. The greatest thing you'll ever learn is just to love and be loved in return. O Amor é o grande ideal, eternamente inspirador. And that's a fact.

Vamos à história. There was a boy, a very strange enchanted boy... Christian. Recém-chegado a Paris, não é senão um jovem inocente e cheio de sonhos. Sonha tornar-se um escritor conhecido e apaixonar-se, sonha viver a vida ao máximo. E o destino fá-lo encontrar o Amor, o maior Amor de todos.

Never knew I could feel like this.
Like I've never seen the sky before.
Want to vanish inside your kiss,
every day I'm loving you more and more.

Listen to my heart, can you hear it sing?
Come back to me - and forgive everything!
Seasons may change, winter to spring...
I love you... 'til the end of time.

Porém, quis o destino que o poeta se apaixonasse por uma cortesã, no centro da vida boémia de Paris, no mítico Moulin Rouge. Never fall in love with a woman who sells herself. It always ends bad. (...) We are creatures of the underworld. We can't afford to love. Quis o destino, o mesmo que o elevou da terra ao céu, que a sua história de amor sofresse um desfecho profundamente trágico; desfecho esse, aliás, que nos é desde logo revelado, dolorosamente dactilografado na máquina de escrever:

The Moulin Rouge. A night club, a dance hall and a bordello. Ruled over by Harold Zidler. A kingdom of night time pleasures. Where the rich and powerful came to play with the young and beautiful creatures of the underworld. The most beautiful of these was the one I loved. Satine. A courtesan. She sold her love to men. They called her the "Sparkling Diamond", and she was the star... of the Moulin rouge. The woman I loved is... dead.

A tuberculose, que ainda durante o século XX ceifava vidas como o diabo, a grande responsável pela morte de Satine.

Uma das mais notáveis qualidades de Moulin Rouge! creio ser a multiplicidade de registos que o argumento assume e a facilidade com que transita de uns para os outros, com uma intensidade rasgada em todos eles. Temos momentos de uma tragédia desoladora e, noutro extremo, instantes da mais hilariante comédia. Para assegurar o riso, uma panóplia de personagens secundárias absolutamente memorável: um anão tagarela com um nome que, escrito em altura, sem dúvida rivalizaria com a Torre Eiffel: Henri Marie Raymond Toulouse-Lautrec Montfa. Um argentino de voz grossa, tarado sexual nos tempos livres e narcoléptico a tempo - quase - inteiro e ainda mais uns tantos viciados em absinto que, numa ronda de álcool e cantoria, acabarão sempre por alucinar com a mais sexy das fadinhas verdes: Kylie Minogue, numa participação especial.

Depois das hélices do moinho, o anfitrião é Harold Zidler (Jim Broadbent, numa interpretação genuinamente sublime e brilhante). Dentro da sua afamada sala de negócio, como o próprio diria: we can cancan. Yes we can cancan! O pop irrompe pela multidão, o cenário arrojado (Catherine Martin, Annie Beauchamp, Ian Gracie e Brigitte Broch) acolhe um cast de bailarinos e figurantes completamente frenético e louco. O ritmo é mais do que acelerado, é vertiginoso, é estonteante. A prodigiosa montagem de Jill Bilcock marca o compasso, com uma cadência e execução perfeitas. Desfila o guarda-roupa (Catherine Martin e Angus Strathie), riquíssimo em detalhe. Saias de mil cores, folhos, roupa interior. Lábios, pernas, apalpões. Sensualidade, provocação. Audácia e delírio. As coreografias sucedem-se, as músicas também. Rewind. Revisitamos uma época, mas flui uma excitante sonoridade contemporânea. Lady Marmelade. Quando a música pára, um rasto cintilante se anuncia das alturas. Baz Lhurmann faz de Nicole Kidman uma autêntica diva. A estrela desce solenemente do firmamento, num baloiço iluminado com encanto:

The French are glad to die for love.
They delight in fighting duels.
But I prefer a man who lives...
and gives expensive... jewels.

(...) A kiss on the hand may be, quite continental,but diamonds are a girls best friend!
A kiss may be grand but it,

won't pay the rental on your humble flat,

or help you feed your mmhm pussycat!


Men grow cold as girls grow old,

and we all loose our charms in the end...

But square-cut or pear-shaped,

these rocks don't loose their shape;
Diamonds are a girl's best friend!

As piscadelas de olho às grandes referências do cinema musical são inúmeras. De Música no Coração, Serenata à Chuva e Mary Poppins a Os Homens Preferem as Loiras, A Roda da Fortuna, Gigi, Um Americano Em Paris ou até mesmo a Cabaret. Mas as alusões, mais ou menos directas, a outros clássicos não-musicais são também frequentes: recordo, com especial apreço, Le Voyage dans la Lune e Nosferatu, O Vampiro. A torre do Duque (Richard Roxburgh) - onde acontece uma das mais cómicas e burlescas sequências musicais da obra, ao som da inesperada versão de Like a Virgin, de Madonna - tem toda ela uma atmosfera gótica e draculeana; passe o neologismo. Para além de Madonna, muitos outros artistas do século XX viram os seus maiores sucessos incluídos entre as faixas desta sensacional banda sonora, entre eles Christina Aguilera, Lil' Kim, Mia, Pink, Beck, Fatboy Slim, Valeria, Nirvana, Elton John e o admirável David Bowie. A tocante composição original, essa, é da autoria de Craig Armstrong.

Com a tão-pouco-musical personagem de Roxburgh - quem viu o filme sabe perfeitamente a que me refiro - a história de Amor entre o poeta e a sua musa torna-se proibida e o triângulo amoroso ganha forma. O malvado ricaço afiançar-se-á às escrituras do bordel e de tudo fará para disfrutar da esplendorosa Satine. She is mine:

Why should the courtesan chose the penniless sitar player over the maharajah who is offering her a lifetime of security? That's real love. Once the sitar player has satisfied his lust he will leave her with nothing. I suggest that the courtesan chose the maharajah.

Sobre o imponente Elefante do Amor, duas das mais fascinantes e mágicas sequências do filme - a paixão entre Christian e Satine floresce nas alturas, entoando surpreendentes e inspirados medleys: All You Need Is Love, One More Night, Pride (In The Name Of Love), etc., que é como quem diz... The Beatles, Phil Collins e U2... Algures no entreacto, entre a costura, The Show Must Go On, verdadeiramente arrepiante e, mais perto do final, o poderosíssimo e extasiante Tango de Roxanne, com a fantástica e rouca voz de Jacek Koman. Magnífico. Enfim, tantas cenas emblemáticas e eternas num só filme...

Às tantas, Zidler profere: Outside things may be tragic, but in here we feel its magic. E esta poder ser, perfeitamente, uma das grandes máximas do musical - assistir a um tem efectivamente a ver com magia, com fantasia, com todo um universo alternativo onde o real e o inverosímil se cruzam e confluem, segundo a natureza e o cânone próprios do género. As leis do musical são conhecidas à partida. No musical, o que importa é a emoção e o profundo sentido de espectáculo, de entretenimento. Nesse sentido, pois, aquilo que Baz Luhrmann faz com Moulin Rouge! é não só genial e visionário como inteiramente revolucionário: a magnificent, opulent, tremendous, stupendous, gargantuan, bedazzlement, a sensual ravishment, como o próprio Zidler diria. Uma operática e alucinante apoteose de sensações, uma excêntrica e exuberante produção artística, um acontecimento histórico do mais elevado requinte, spectacular, spectacular. Uma irreverente, electrizante e arrebatadora experiência cinematográfica, capaz de redefinir o género, aproximando-o do grande público e das mais novas gerações que o menosprezavam. Uma obra-prima.

Days turned into weeks, weeks turned into months. And then, one not-so-very special day, I went to my typewriter, I sat down, and I wrote our story. A story about a time, a story about a place, a story about the people. But above all things, a story about love. A love that will live forever.

O pano cai. Ouve-se o aplauso. The End.

23 comentários:

  1. A tua "Estrada do Cinema" conduz-nos a muitas e diferentes direcções...tens aqui uma muito interessante selecção de filmes...hoje vim parar à crítica do Moulin Rouge ;)

    Acho que não podia estar mais de acordo com o que escreveste sobre o filme...Moulin Rouge é um turbilhão genial, revolucionário e contagiante de música, cores, dança numa grande homenagem/celebração do amor! É inesquecível, é eterno!

    Cumprimentos

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  2. Eu tenho um problema com Baz Luhrmann! Desde que vi há muitos anos o seu musical "Romeu + Julieta" fiquei de tal forma chocado (pelos piores motivos) que evito sempre ver mais algum filme dele...

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  3. CATARINA NORTE: Muito obrigado, Catarina ;) Espero que gostes! Quanto à obra-prima de Baz Luhrmann, estamos em perfeita sintonia!

    EMANUEL NETO: Pois, na altura também achei o ROMEU + JULIETA, no mínimo, demasiado radical. Hoje, já o vejo com outros olhos. MOULIN ROUGE, no entanto, é absolutamente sublime. Não consigo perceber se o viste, mas recomendo-to obrigatoriamente. É um marco.

    Cumps.
    Roberto Simões
    » CINEROAD - A Estrada do Cinema «

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  4. Filme espetacular, é o mrlhor filme do Baz!

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  5. Então está sem nota? Eu tinha ideia que tinha visto a tua crítica e tudo e dizia EXCELENTE.

    Espero que seja essa a nota. Para mim, melhor filme de 2001 e revolucionário em todos os sentidos.

    Claro que a Academia tinha que ser do contra e fazer dois erros:

    1) dar a Halle Berry um Óscar que tinha o nome de Kidman (claro que para compensar fez mais asneira ainda pois roubou o Óscar a Moore em 2002 para dar a Kidman, enfim!)

    e

    2) MOULIN ROUGE! não teve direcção nem rumo para a Academia, pois não nomeou Luhrmann para Realizador. Por acaso coreografias e números de canto dirigiram-se sozinhos por encanto? Ai ai, Academia...



    A minha nota: A (nalguns dias, um A+ porque aquele filme inspira-me sempre)

    Abraço,

    Jorge Rodrigues
    http://dialpforpopcorn.blogspot.com

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  6. Um orgasmo visual e sonoro. Baz possui alguns excessos, mas o filme é uma preciosidade mesmo assim.

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  7. Ah mas que maravilha de filme. Que descoberta, apanhou-me assim como que desprevenido :P

    É razão para dizer que agora é que vi o poder e fascínio dos musicais puros. De uma sensibilidade e dinâmica muito própria e deveras contagiante, este Moulin Rouge! Destaco a montagem, extremamente inovadora e inspiradora. Depois as cores, as luzes e a câmara traduzem um ritmo de uma narrativa muito bem contada e emocionalmente poderosa. Nicole Kidman está um espanto a representar e a cantar, assim como todo o elenco. A banda sonora revela-se magistral. Em suma um grande grande filme, fiquei fã deste, ainda que o musical não seja, apesar de tudo, dos meus géneros de eleição.

    abraço

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  8. Amo esse musical.

    Baz Luhrmann criou um universo mágico em Moulin Rouge. É sem dúvidas o melhor filme da sua trilogia da cortina vermelha.

    Parabéns pelo blog :D

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  9. Não resisto a comentar novamente ;)

    Para já, excelente (nova) crítica!
    Mais uma vez, revejo-me em todas as tuas palavras! Moulin Rouge é sem dúvida um dos filmes da minha vida, uma genial, inspiradora e mágica obra-prima!
    Para além das que referiste, não consigo ficar indiferente ao momento do "The Show Must Go On", tão belo como devastador...Enfim, todo o filme é um turbilhão de emoções...Spectacular, Spectacular!

    Cumprimentos

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  10. Estou quase constrangido por, perante o teu excelente texto, ter de dizer que não partilho o Excelente que atribuíste a MOULIN ROUGE e que os restantes têm concordado. Na verdade, este musical é um dos meus "ódios de estimação" cinematográficos... :)

    Vejo o conceito da deslocação contextual dos temas musicais para esta história, embora original, como um simples 'gimnick', e ainda estou para perceber quem se decidiu (mal!) por aquela montagem que, teimosa e freneticamente, deita abaixo milhões de dólares em cenários, guarda-roupa e coreografias para serem vistos em planos de apenas meio segundo...

    Pelo menos, fiquei a saber que Nicole Kidman e Ewan McGregor têm boa voz... :)

    Abraço!

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  11. @RASPANTE: De acordo. Da sua curta filmografia só não vi o Strictly Ballroom - Vem Dançar!.

    JORGE RODRIGUES: Aqui está a nova crítica e a pontuação mantém-se, inevitavelmente. Não sei se será o melhor de 2001 - 2001 foi um ano de ouro no que toca a cinema - mas é dos melhores dos melhores, claro! Obra-prima. Kidman merecia o Óscar, sem dúvida. Uma das suas melhores interpretações, quanto a mim.

    THE MOVIE MAN: Também dos meus. Mesmo comparando a alguns dos melhores clássicos musicais, MOULIN ROUGE! assume uma posição de destaque no meu top de preferências.

    WALLY: Creio que o filme é rico precisamente pelos seus excessos. Sabemos que Luhrmann é o homem dos excessos e que nem sempre isso o beneficia (veja-se AUSTRÁLIA), mas aqui os excessos são o filme!

    JORGE: Concordo integralmente com o teu depoimento ;)

    PELÍCULA CRIATIVA: Obrigado pelos parabéns ;) Quanto ao filme, estamos em sintonia.

    CATARINA NORTE: Obrigado ;) Sim, "The Show Must Go On" é um momento alto, verdadeiramente arrepiante. Uma vez mais comentas e uma vez mais estamos em perfeito acordo.

    SAM: Obrigado, Samuel. Na verdade, também não poderíamos estar sempre de acordo, não é? Temos mesmo opiniões opostas, assim sendo. Actualmente o cinema (sobretudo mais comercial; onde não nego que MOULIN ROUGE, em grande medida, se insira) opta muitas vezes por uma montagem tão rápida, nomeadamente em cenas de acção, que a narrativa sai prejudicada e o entendimento e a compreensão do espectador também. Mas em MOULIN ROUGE a montagem é brilhante! É super frenética, como sabemos, mas ajuda precisamente a contar a história e a inserir-nos na sua cadência alucinante.

    Cumps.
    Roberto Simões
    » CINEROAD - A Estrada do Cinema «

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  12. um dos meus musicais favoritos!

    abs,
    sebosaukerl.blogspot.com

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  13. Não é uma obra que me agrade, não gosto dos trabalhos do realizador.

    Ah, aquela análise sobre Alexandre, do Stone, já estou a escrever. Abs!

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  14. JAMES: Bem-vindo ao CINEROAD! Também é um dos meus ;) Volte sempre!

    PEDRO HENRIQUE: Temos então posições distintas. Considero-o um trabalho de excelência, este MOULIN ROUGE.
    Quanto à análise sobre o ALEXANDRE, terei todo o gosto em ler, em comentar e debater se necessário ;) Obrigado.

    Cumps.
    Roberto Simões
    » CINEROAD - A Estrada do Cinema «

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  15. Moulin Rouge é o filme da vida de Nicole Kidman e Baz Luhrmann. Magnífico, esteticamente impecável, canções fabulosas e um Ewan Mcgregor surpreendente (não imaginava que ele fosse dar conta!)

    Cultura na web:
    http://culturaexmachina.blogspot.com

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  16. O meu musical preferido de sempre! Para além de tudo o que o filme representa, deu-me a conhecer a magistral actriz Nicole Kidman de quem sou desde então um grande fã! Concordo a 100% na tua classificação Roberto!

    Espero que se façam ainda mais musicais assim!

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  17. PSEUDO-AUTOR: Considero que Nicole Kidman teve vários filmes que lhe assentaram perfeitamente. Este, claro, foi um deles e a dupla com Luhrmann resultou tremendamente bem. Também a mim McGregor me surpreendeu. Ainda que nem sempre controle da melhor forma o seu poderoso e potente aparelho vocal.

    BLOCKBUSTER: Também espero que MOULIN ROUGE seja o primeiro de muitos musicais assim, que certamente não serão fáceis de conceber.

    Cumps.
    Roberto Simões
    » CINEROAD – A Estrada do Cinema «

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  18. Bela análise. Concordo com cada linha que ecreves. Kidman é uma diva imensa, Lhurman um irreverente cineasta, McGregor um poderoso protagonista, Moulin Rouge uma referência romântica moderna.

    Cumprimentos,

    Gonçalo Lamas

    cineglam.blogspot.com

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  19. De longe uma das cenas mais românticas de um filme desde sempre - "your song" com o Ewan Mcgregor e com a Nicole Kidman, Paris finais do séc XIX inicios de XX - Europa, beleza europeia. Excelente filme.

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  20. GONÇALO LAMAS: Obrigado ;) Por sua (tua) vez, subscrevo todo o teu comentário.

    ANÓNIMO: Sem dúvida, sem dúvida. Excelente canção, excelente cena, excelente filme.

    Roberto Simões
    CINEROAD

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  21. Um dos melhores filmes de sempre, tendo contribuído e muito para revitalizar o género musical.

    Cumprimentos

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  22. ANÍBAL SANTIAGO: Estamos inteiramente de acordo.

    Roberto Simões
    » CINEROAD «

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