terça-feira, 4 de maio de 2010

O CASAMENTO DE RACHEL (2008)

Magnífico desempenho de Anne Hathaway,
num filme nada mais do que...

PONTUAÇÃO: RAZOÁVEL

11 comentários:

  1. Discordo. Para mim é dos melhores de 2008 vindos da América.

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  2. De facto, Anne Hathaway faz o filme. O seu desempenho é admirável e termina de vez com o habitual rótulo que lhe foi dado dados os seus anteriores projectos. Enquanto obra cinematográfica é genuíno pela forma como retrata a organização de um casamento - numa família fracturada. A câmara de Demme, a handycam, confere-lhe esse tom de realismo.

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  3. ÁLVARO MARTINS: Discordamos, de facto. Para além da grande interpretação de Hathaway e de uma competente incursão nos dramas familiares, considero-o um filme muito amador, sem grandes competências artísticas.

    TIAGO RAMOS: Confere-lhe realismo, mas um amadorismo crasso. Não gostei.

    Cumps.
    Roberto Simões
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  4. Amador?! A câmara na mão é o grande trunfo do filme Roberto. É isso que faz com que o espectador fique mais "próximo" das personagens, daquele drama familiar e fuja aos clichés visuais de embelezamentos e artificialidade, é isso que faz com que se crie uma relação emocional entre espectador/personagem (pelo menos para mim, é isso que confere todo o realismo ao filme.

    Não gostar é uma coisa, eu próprio também não sou muito adepto deste cinema à Dogma 95, mas dizer que é amador é completamente imprudente da tua parte.

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  5. Concordo com o Roberto Tb. Acho o filme demasiado sobrevalorizado. Penso que como o filme de Sandra Bullock ( aquele que ela gsnhou o Oscar) é um filme que agrada e está mais pensado para o publico norte-americano do que propriamente do que para um publico europeu, sem que isso signifique que seja merecedor de tamanha aclamação.

    Cumpts.
    António Sousa

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  6. Roberto, este tem mais que se lhe diga, acredita...

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  7. Muito bom filme - apesar de se alongar um pouco. Assisti recentemente. Anne Hathaway está excelente, mas não é a única. A atriz Rosemarie DeWitt, que interpreta a Rachel do título, está ótima também.

    É um autêntico Dogma 95.

    Abraço.

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  8. Não é o tipo de filmes de Anne Hathway. Achei-o genuíno, por vezes confuso, mas verdadeiro na forma de retratar a vida. E gostei da realização

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  9. ÁLVARO MARTINS: A câmera à mão cria, inegavelmente, esse efeito - um efeito de realismo que tende a intensificar a relação entre a personagem e o espectador. Tende, nem sempre esse efeito acontece - a questão dependerá de vários factores. Creio, apesar de tudo, que isso acontece aqui e dou-te razão.
    Os "embelezamentos visuais" são artifícios, claro, mas toda a arte é artifício. Nem sempre esses embelezamentos suscitam um maior distanciamento na relação personagem-espectador. Nem sempre isso acontece. Da mesma forma, é uma questão que dependerá de múltiplos factores. E tudo isto, "gostos à parte".
    Claramente, um filme como O CASAMENTO DE RACHEL obedece a uma estética muito própria em que a câmera à mão assegura o realismo - e, neste caso, um realismo que tem muito a ver com as câmeras pessoais com que nós próprios filmamos o dia-a-dia das nossas famílias. Assistir a um filme como este é como revermos esses vídeos - todo este processo facilita a identificação com o mundo ficcional.
    Por isso, estou de acordo - "é isso que faz com que o espectador fique mais "próximo" das personagens, daquele drama familiar".
    Não creio, no entanto, que seja pela técnica de filmagem que o filme foge a clichés. Não vejo grande criatividade na forma de filmar - esse processo faz-se pela espontaneidade. É claro que ao dizer isto não descuro a planificação prévia das cenas, na qual assenta a espontaneidade. É, em certa medida, uma espontaneidade aparente. Mas não na sua totalidade. E é aí que noto o amadorismo. Não vejo grande criatividade ou superior visão artística ao filmar a obra. É uma abordagem simples - não há mal nenhum nisso - mas neste filme não vi nada de especial. Não creio, por isso, que seja na filmagem que reside o trunfo do filme. O trunfo para mim é Hathaway. Tirassem a actriz do filme e pusessem uma sem talento e o filme resumir-se-ia, em absoluto, a mais um projecto inconsequente.
    Não gostei especialmente do filme porque não vi nada de especial nele. Acho "amador" porque sendo ele de quem é, Demme poderia ter sido mais ambicioso. É claro que terá sempre a liberdade para fazer o que quiser - o filme é a prova disso - mas não é por isso que o filme terá, necessariamente, uma qualidade assinalável.
    Fui completamente imprudente em afirmá-lo? É o que eu acho do resultado final, sem tirar nem pôr. É, tão-somente, a minha opinião/ apreciação pessoal.

    SEVENTH SYMBOL: Não vi THE BLIND SIDE. Independentemente disso, não creio que a questão do público-alvo seja muito pertinente. Contudo e apesar disso, estamos de acordo em relação a este o CASAMENTO DE RACHEL.

    FLÁVIO GONÇALVES: Não acredito ;) No que é que tem mais que se lhe diga?

    MATEUS, O INDOLENTE: Para além de Hathaway, repito, não vejo grandes motivos para valorizar este filme acima da média.

    CLÁUDIA GAMEIRO: Não é, de todo ;) Já eu não achei a realização nada de mais. Poderia ter sido, mas não creio que seja. Mas, sim... creio que seja verdadeiro e genuíno no retrato.

    Cumps.
    Roberto Simões
    » CINEROAD - A Estrada do Cinema «

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  10. Já ouvi muitas opiniões distintas em relação ao filme, e guardo alguma curiosidade.

    Abraço

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  11. MARCELO PEREIRA: Creio que vás gostar bastante.

    Cumps.
    Roberto Simões
    » CINEROAD - A Estrada do Cinema «

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