★★★★
Título Original: JunoRealização: Jason Reitman
Principais Actores: Ellen Page, Michael Cera, Jennifer Garner, Jason Bateman, Allison Janney
Crítica:
Em Juno, a gravidez e a sexualidade na adolescência são o alvo da sátira. Enquanto ensaio, forma que às tantas e indirectamente a obra parece assumir, o filme de Jason Reitman lança questões pertinentes. Que preparação tem, efectivamente, uma jovem de 16 anos para ser mãe dadas as circunstâncias e a sua experiência de vida? Qual a importância do enquadramento familiar no acompanhamento de uma jovem mãe? Aborto? Adopção? O que é ser mãe? O que é ser pai?
Enfim... O filme prima pela consistência narrativa, fluída em diálogos inteligentes, pelo muito bom humor e pelo registo ligeiro que as canções proporcionam. Ellen Page, essa, brilha numa performance extraordinária. A sua Juno é uma jovem irreverente, emancipada e perspicaz. Não se identificando propriamente com nenhum estereótipo da sua faixa etária, não passa ainda assim de uma adolescente. A sua maturidade (ou a falta dela) revela-se ao longo da trama e com os cursos que ela assume.
O genérico inicial e as letras animadas dão estilo e graça à obra, mas não substância. E falando em substância, Juno é o argumento, as canções, a boa disposição e sobretudo Ellen Page. O resto é pouco mais do que encanto; que vale o que vale, evidentemente.

GRÁVIDA POR DESCUIDO
Em Juno, a gravidez e a sexualidade na adolescência são o alvo da sátira. Enquanto ensaio, forma que às tantas e indirectamente a obra parece assumir, o filme de Jason Reitman lança questões pertinentes. Que preparação tem, efectivamente, uma jovem de 16 anos para ser mãe dadas as circunstâncias e a sua experiência de vida? Qual a importância do enquadramento familiar no acompanhamento de uma jovem mãe? Aborto? Adopção? O que é ser mãe? O que é ser pai?
Enfim... O filme prima pela consistência narrativa, fluída em diálogos inteligentes, pelo muito bom humor e pelo registo ligeiro que as canções proporcionam. Ellen Page, essa, brilha numa performance extraordinária. A sua Juno é uma jovem irreverente, emancipada e perspicaz. Não se identificando propriamente com nenhum estereótipo da sua faixa etária, não passa ainda assim de uma adolescente. A sua maturidade (ou a falta dela) revela-se ao longo da trama e com os cursos que ela assume.
O genérico inicial e as letras animadas dão estilo e graça à obra, mas não substância. E falando em substância, Juno é o argumento, as canções, a boa disposição e sobretudo Ellen Page. O resto é pouco mais do que encanto; que vale o que vale, evidentemente.

