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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

BRAVEHEART - Liberdade!



Um final arrepiante e memorável.

BRAVEHEART de Mel Gibson, segundo Saulo Silos

Agradecimento Especial:
Saulo Silos, Volver um Filme

No ano de 1280, em função da morte de seu rei, sem ter deixado um herdeiro, a Escócia proclama o também rei da Inglaterra, Edward Longshanks I (Patrick McGoohan) como seu rei, famoso pela sua impiedosa tirania. A partir desse fato vários escoceses se rebelam em função de sua liberdade e esse é o motim que move todo o filme.

Enquanto jovem, William Wallace (que na fase adulta será interpretado pelo Mel Gibson) enterra seu pai e irmão que foram mortos por lutarem a favor de seu paíz e justamente nesse dia de pesar ele conhece aquela que será futuramente sua esposa, Murron (Catherine Mccormack), que lhe entrega uma flor que o jovem William irá guardar até encontrar com ela novamente. Até que anos se passam, ele a encontra e se casam as escondidas. Murron acaba sendo violentamente assassinada, fato que torna William um homem em busca além da sua liberdade, também de vingança aos responsaveis pela morte de sua amada!

Em belas sequencias de luta, batalhas em campo aberto, Mel Gibson mostra que simples seres são capazes de enfrentar poderosos exércitos em busca de algo que tornará a vida de todas as gerações melhores que as deles. A força do filme não esta somente em tais cenas e sim na simplicidade desses camponeses pobres em agir frente a situações de combate a partir da busca pela liberdade. Com uma vigorosa trilha sonora composta por James Horner, uma bela fotografia feita por John Toll e uma direção exata do próprio Mel Gibson, Braveheart se tornou um dos maiores épicos de todos os tempos, com uma história, verídica ou não, de um homem que lutou em prol de toda uma nação!

SPARTACUS (1960) - Cena Memorável



Uma cena onde jamais se poderá negar a presença e a genialidade de Kubrick.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

SPARTACUS de Stanley Kubrick, segundo Hugo Quilici

Agradecimento Especial:

Diferente de clássicos como Ben-Hur e Os Dez Mandamentos, onde a ação tinha grande importância no desenvolver da história, aqui Kubrick transforma seu épico quase num drama, mostrando a saga de um escravo que se torna lider de uma revolução, atrai milhares de seguidores e ainda se apaixona por uma jovem.

O roteiro chega a utilizar a política, mostrando as maquinações de Crassus (Laurence Olivier) para dominar o Senado Romano e ainda o próprio Spartacus (Kirk Douglas) tendo de lidar com seus "generais", que nem sempre acreditam no líder. O elenco e roteiro são os pontos altos, na minha opinião a única falha é a longa duração que deixa o filme irregular, com algumas passagens mortas.

O Duelo Final: BEN-HUR ou O SENHOR DOS ANÉIS?

BEN-HUR ou O SENHOR DOS ANÉIS.
Numa primeira sondagem, foram estes os dois filmes mais votados pelos nossos visitantes.
Agora, o leque de escolhas restringe-se apenas a estes dois grandes filmes.

Vote já no seu favorito e acompanhe os resultados diariamente!
Votação disponível na faixa lateral do blogue.

Na secção de comentários deste post poderá anunciar e/ou justificar qual dos dois é, na sua opinião, o melhor!

A MARATONA DOS ÉPICOS

Daqui a poucas horas, quando for sensivelmente meia-noite, dá-se o arranque oficial da iniciativa A MARATONA DOS ÉPICOS, que decorrerá de 3 a 11 de Setembro.

Para o efeito, contaremos com toda uma vaga de críticas totalmente novas (a filmes nunca dantes comentados aqui no CINEROAD) e outras críticas ampliadas, renovadas ou recuperadas, onde intensificaremos a discussão e o debate sobre muitos dos grandes clássicos épicos de todos os tempos.

Contaremos também com toda uma série de artigos, vídeos e rubricas e com a participação de vários convidados especiais que nos darão a conhecer a sua opinião sobre alguns dos filmes que mais marcaram e continuam a marcar o género.

Não nos será possível falar de todos os épicos, como é evidente, mas estou certo de que futuramente os épicos tornarão ao CINEROAD e que a discussão continuará.

A votação da faixa lateral Qual é, na sua opinião, o melhor épico de sempre? encerrou.
Num total de 111 votos, venceu O Senhor dos Anéis (31% dos votos), seguido de Ben-Hur (23% dos votos).
A pedido dos visitantes e participantes da votação, iniciar-se-á às 00h00 um duelo final entre os dois filmes. Que vença o melhor.

Agradeço desde já a todos os convidados especiais, pela total disponibilidade e prontidão, e a todos aqueles visitantes que aceitarem, a partir de agora, participar nesta maratona. Contamos com os vossos comentários!

A MARATONA DOS ÉPICOS

Em Setembro, o CINEROAD estreia uma nova e ambiciosa iniciativa:
A MARATONA DOS ÉPICOS

Para já, não adiantarei muita informação.
Contudo, solicito - desde já e como sempre - o vosso apoio e a vossa participação.

Gostaria que me deixassem a lista daqueles que são, para vocês, Os Maiores Épicos de Todos os Tempos.

Antes que se levante o pó sobre a problemática moderna da definição de épico, esclareço:
refiro-me a filmes grandiosos, com produções monumentais, sobre as extraordinárias façanhas de um herói ou de vários, ou de um povo. Épicos históricos, fantásticos, clássicos ou filmes mais recentes... enfim, fica a vosso critério.

Conto convosco. Deixem as vossas listas na secção de comentários deste post. Se quiserem justificar as escolhas, não percam a oportunidade. Decorre actualmente o debate de ideias.

Qual é o melhor épico de sempre?

Aproxima-se, a passos largos, a nova iniciativa A MARATONA DOS ÉPICOS.

Na faixa lateral do blogue, iniciou-se a votação. Participe!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

ALEXANDRE, O GRANDE de Oliver Stone, segundo Rui Francisco Pereira

Agradecimento Especial:
Rui Francisco Pereira, Cinemajb

Alexandre… o Grande? Não. Alexandre, o frágil ou, se quisermos ser um pouco mais explícitos, Alexandre, o Chorão ou até mesmo Alexandre, o Homossexual. É este o Alexandre que Oliver Stone nos mostra. Stone que se fica, apenas e só, pelas nobres, muito nobres intenções. Alexandre, o Grande é um filme repleto de simbolismos, mensagens codificadas com várias camadas de complexidade. Stone teve a nobre intenção de querer retratar este homem nada vulgar, fazendo-o de forma igualmente invulgar mas também incorrecta.

O argumento preferiu focar-se nos dramas emocionais de Alexandre e nas intrigas políticas, não sendo capaz de sintetizar os eventos mais importantes a aprofundar o que merecia, presumivelmente, mais protagonismo. Oliver Stone prefere explicitar (e de que maneira) as cenas de cariz homossexual, ao invés de clarificar mortes, conspirações e sobretudo correlações entre factos. Uma série de escolhas mal feitas e uma evidente debilidade no estabelecimento de prioridades, por parte do realizador de “Um Domingo Qualquer”, ditam a sentença deste Alexandre, o Grande que, mesmo na sua exaustiva versão Revisited: The Final Cut (mais de 3 horas e meia de duração), diz tão pouco em determinados momentos e, por sua vez, mostra tanto noutros. É evidente que Stone nos proporciona alguns momentos magníficos, como é o caso da Batalha da Índia, que se trata de uma das melhores batalhas alguma vez filmadas em Cinema. A inversão de cores, na sua recta final, é especialmente bem conseguida. Momentos parcos em quantidade, mas abundantes em qualidade.

Ainda assim, a maior desilusão de Alexandre, o Grande é mesmo o elenco, com um Colin Farrell sem estofo a ser suportado por um leque de actores sem chama. Val Kilmer e Jared Leto constituem as excepções. A banda-sonora de Vangelis, também ela oscilante, encerra um filme grande demais… mas, ao mesmo tempo, tão, tão pequeno.

CINEROAD ©2020 de Roberto Simões